quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

domingo, 19 de maio de 2013


Arte poética

A rima é pobre,
Mas o verso é rico.
A causa é nobre,
O caminho, oblíquo.

O verso é livre,
Como o pensamento:
Então, não o crive.
Sem comedimento!

Palavras não raras,
Ideias preciosas:
Perspectivas claras,
Vidas mais ditosas!

(Ênio César de Moraes)

domingo, 28 de abril de 2013

quarta-feira, 13 de março de 2013

A casa do conhecimento


Abram-se as portas,
Abram-se as janelas
Da casa do conhecimento.

Ide, coisas mortas!
Vinde, coisas belas!
Valei-me, discernimento!

Com a humildade de quem adentra,
Com a intuição de quem navega,
Com a sagacidade de quem profliga,

Perscruta,  reflete, concentra...
(Evita a confiança cega!)
Sê tijolo, sê cimento, sê liga!

(Ênio César de Moraes)

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

sábado, 24 de novembro de 2012

A arte de amar


"Eu te amo!"
Tão fácil dizer,
Tão difícil viver!
Amar não é deixar de ser para ter,
Nem tampouco deixar de sonhar; sofrer.
Amar é sublimar, é transcender,
É doar, é querer-pertencer!
Amor não é jogo de poder,
Não admite ganhar nem perder.
Amar é sobrelevar o saber,
É, a um tempo, sobre e superviver!

(Ênio César de Moraes)

sexta-feira, 6 de julho de 2012












Misteriosa

És bela, és graciosa,
Tens força, coragem e poder;
És divinamente amorosa,
Tens a alegria de ser.

És angelical, és formosa,
Tens sede de sorrir e viver;
És estrada sinuosa,
Despertas desejo e prazer.

És única, és maravilhosa,
Tens um encanto qualquer;
És enigmática, és caprichosa,
És misteriosamente mulher!

(Ênio César de Moraes)