Teu sorriso
Desperta o que há de bom em mim
E me deixa assim:
Alegre, bobo, submisso.
Teu sorriso
Na tristeza põe fim,
Aos meus anseios diz “sim”:
É tudo e, ao mesmo tempo, só isso!
Teu sorriso
Em mim,
Assim
Submisso!
Teu sorriso,
Sim,
Só isso!
Fim.
(Ênio César de Moraes)
terça-feira, 11 de maio de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
Eu já disse que tenho um blog?
Aos meus queridos alunos
Eu já disse que tenho um blog?
Sinceramente não sei!
Então, por via das dúvidas
(se falei ou não falei),
Tenho, sim, um blog,
No qual uns poemas postei.
O endereço?
Acho que já lhe passei!
Mas não custa relembrar:
É eniusc.blogspot.com
Assim, se lhe sobrar um tempinho,
Apareça, leia, comente,
Afinal, dialogar é muito bom!
(Ênio César de Moraes)
Eu já disse que tenho um blog?
Sinceramente não sei!
Então, por via das dúvidas
(se falei ou não falei),
Tenho, sim, um blog,
No qual uns poemas postei.
O endereço?
Acho que já lhe passei!
Mas não custa relembrar:
É eniusc.blogspot.com
Assim, se lhe sobrar um tempinho,
Apareça, leia, comente,
Afinal, dialogar é muito bom!
(Ênio César de Moraes)
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Sociedade
Consensualmente conflituosa
Ou conflituosamente consensual?
Interesse individualmente coletivo
Ou coletivamente individual?
Todos são iguais perante a lei;
Esta, sim, nos é desigual.
Quem dá as cartas (muitas marcadas)?
Gente (que, às vezes, vira bicho!),
Democraticamente escolhida,
Que se vê acima do bem e do mal.
Vale tudo que a lei permite,
Ainda que imoral.
A paz, uma utopia?
Representatividade, demagogia!
Mas, no discurso, Educação, Honestidade etc. e tal.
(Ênio César de Moraes)
Ou conflituosamente consensual?
Interesse individualmente coletivo
Ou coletivamente individual?
Todos são iguais perante a lei;
Esta, sim, nos é desigual.
Quem dá as cartas (muitas marcadas)?
Gente (que, às vezes, vira bicho!),
Democraticamente escolhida,
Que se vê acima do bem e do mal.
Vale tudo que a lei permite,
Ainda que imoral.
A paz, uma utopia?
Representatividade, demagogia!
Mas, no discurso, Educação, Honestidade etc. e tal.
(Ênio César de Moraes)
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Coração errante
Meu espírito passeia entre as vagas,
Caminha pela terra mais distante,
Transforma-se num cavaleiro errante
Que foge ao corte frio das espadas.
Vacilantes, minhas vistas cansadas
Rendem-se, repousam no exato instante
Em que a paixão, esse monstro gigante,
Arma em toda parte suas ciladas.
O coração se inunda de incerteza,
Dispara, se entregando à fantasia
Do repentino amor que lhe aparece.
A alegria entra em guerra com a tristeza,
O corpo, atordoado, se inebria,
A razão, desnorteada, enlouquece.
(Ênio César de Moraes)
Caminha pela terra mais distante,
Transforma-se num cavaleiro errante
Que foge ao corte frio das espadas.
Vacilantes, minhas vistas cansadas
Rendem-se, repousam no exato instante
Em que a paixão, esse monstro gigante,
Arma em toda parte suas ciladas.
O coração se inunda de incerteza,
Dispara, se entregando à fantasia
Do repentino amor que lhe aparece.
A alegria entra em guerra com a tristeza,
O corpo, atordoado, se inebria,
A razão, desnorteada, enlouquece.
(Ênio César de Moraes)
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Ela...
De súbito, ela chega
E, quase sempre, nos pega sempre de surpresa.
Paradoxal dor prazerosa,
Ela nos enche de uma alegria triste,
Aquela das partidas-chegadas da vida
(Que levamos uma vida para não entender!)
Ela, que nos faz sorrir a troco de lágrimas;
Que conjuga o presente
Com um pretérito perfeito imperfeito.
Ela, garota travessa que bem nos conhece
E, com seu jeito matreiro, nos convida a brincar de reviver.
Ela... a saudade!(Ênio César de Moraes)
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Segredando
Tenho segredos...
Mas quem não os tem?
Daqueles que guardamos bem escondidinhos,
Que não revelamos a ninguém?!
Uns bobos,
Outros comprometedores,
A serviço do mal e do bem!
Que nos fazem poderosos,
Que despertam fantasias,
Que mudariam, por um segundo, a vida de alguém;
Que, desconhecidos, são irrelevantes;
Cuja possibilidade de revelação assombra, porém;
Que nos tiram o sossego e o sono,
Que nos levam de algozes a reféns...
Conto-lhe um segredo,
Em sinal de confiança — veja bem!
Tenho, sim, segredos...
Mas, afinal, quem não os tem?!
(Ênio César de Moraes)
Mas quem não os tem?
Daqueles que guardamos bem escondidinhos,
Que não revelamos a ninguém?!
Uns bobos,
Outros comprometedores,
A serviço do mal e do bem!
Que nos fazem poderosos,
Que despertam fantasias,
Que mudariam, por um segundo, a vida de alguém;
Que, desconhecidos, são irrelevantes;
Cuja possibilidade de revelação assombra, porém;
Que nos tiram o sossego e o sono,
Que nos levam de algozes a reféns...
Conto-lhe um segredo,
Em sinal de confiança — veja bem!
Tenho, sim, segredos...
Mas, afinal, quem não os tem?!
(Ênio César de Moraes)
domingo, 4 de outubro de 2009
Apelo
Aquece-me com teu calor,
Sinto frio.
Acalenta-me o coração
Com teu olhar,
Com tua palavra,
Com teu toque,
Com tua alma,
Com teu ser.
Faz-me uma pessoa melhor,
Menos egoísta,
Mais justa
E menos só.
(Ênio César de Moraes)
Sinto frio.
Acalenta-me o coração
Com teu olhar,
Com tua palavra,
Com teu toque,
Com tua alma,
Com teu ser.
Faz-me uma pessoa melhor,
Menos egoísta,
Mais justa
E menos só.
(Ênio César de Moraes)
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